Recomendado para você
O evento 2020 Process Solutions User Group (PSUG) at Home, que coincidiu com a Automation Fair® at Home virtual, apresentou uma história envolvente de transformação digital da Buckeye Partners, L.P. Uma das maiores operadoras independentes de tubulação de produtos petrolíferos líquidos nos EUA, a Buckeye possui e opera uma rede global diversificada de ativos que fornece soluções logísticas como transporte, armazenamento, processamento e marketing de produtos petrolíferos líquidos.
Angel Matos, gerente sênior de aplicações de automação de terminal da Buckeye Partners, discutiu como a empresa transformou digitalmente seus negócios incentivando a convergência de TI/TO, aproveitando as poderosas soluções de sistema digital de controle distribuído PlantPAx® da Rockwell Automation e protegendo sua computação de borda com a Stratus Technologies.
Matos detalhou o complexo sistema de soluções implementado como parte da transformação digital do operador de tubulação. Com 6000 milhas de tubulação, 115 terminais e capacidade de tanque de 118 milhões de barris, a Buckeye Partners sabia que sua transformação digital seria complicada. E eles sabiam que era necessário para permanecer competitivos.
Definição de metas: convergência de TI/TO e manutenção preditiva
“Estávamos com dificuldades com a tecnologia usada para dar suporte à automação de terminal”, explicou Matos durante a apresentação do estudo de caso. Matos, que supervisiona o planejamento e a execução de projetos de automação de terminal em todos os terminais de distribuição de petróleo e gás de sua empresa, explicou como sua equipe dependia de sistemas que, francamente, não eram destinados ao escopo moderno de automação.
Então, eles estabeleceram metas. O gerente sênior e sua equipe queriam acelerar a convergência de TI/TO em suas instalações. Eles queriam garantir a longevidade das ferramentas e sistemas que implementaram (sempre um desafio em ambientes desfavoráveis). Eles queriam menos peças móveis e computadores industriais mais funcionais à sua disposição.
O ponto central do projeto era uma mudança para a manutenção preditiva — coletar dados na borda, integrar-se com operações de nuvem híbrida e usar análise em tempo real e modelos de aprendizado de máquina. As metas de eficiência que eles previam dependeriam da monitoração/proteção estratégica da plataforma. Algumas das cargas de trabalho de TI e TO seriam automatizadas, liberando o pessoal para lidar com tarefas mais importantes. O sistema teria que ser escalável para aplicações adicionais no futuro e ser capaz de se integrar totalmente às operações do terminal maior.
Sem estresse, certo?
Para alcançar esses objetivos, a equipe da Buckeye idealizou um programa piloto em seu Terminal de Entrada do Sul do Texas. Eles buscaram soluções de hardware e software que otimizassem os esforços de recuperação de desastres e tornassem a TO mais gerenciável. Eles precisavam de uma maneira de reunir os 36 aplicativos diferentes que gerenciam. Eles queriam um sistema melhor para implementar atualizações. (“Tínhamos muitos tipos de PCs”, brincou Matos.) E exigiam sistemas que oferecessem programas de serviço e suporte 24/7.
Soluções da Rockwell Automation e da Stratus Technologies
Então Matos e seus colegas foram às compras. Eles se reuniram com fornecedores. Eles participaram de conferências para coletar insights de colegas, concorrentes e provedores de soluções.
As soluções que eles selecionaram e implementaram no final corresponderam à complexidade do projeto. Matos explicou como os sistemas de controle e software da Rockwell Automation, juntamente com as plataformas de computação tolerantes a falhas da Stratus Technologies, se mostraram essenciais para a campanha. Estes incluíam PlantPAx DCS (com virtualização) e sistemas ControlLogix®, juntamente com o software FactoryTalk® VantagePoint EMI e ThinManager® da Rockwell Automation, complementados pelos computadores tolerantes a falhas ftServer e ztC™ Edge da Stratus.
“Tudo isso foi sobre a experiência do usuário final”, disse ele. “Queríamos ter certeza de que eles estavam receptivos e confortáveis com essas decisões.”
O projeto não foi isento de desafios, é claro. Primeiro, havia uma resistência à mudança entre muitas partes interessadas. “Pode ser difícil para a mente humana se adaptar tão rapidamente quanto a tecnologia”, admitiu Matos com um tom que indicava o quão desafiador era superar isso. Houve tropeços na manutenção da sinergia entre as equipes de gestão de projetos e as equipes de TI/TO, assim como com os integradores de sistemas e usuários finais. A complexidade do processo de projeto de rede exigia reuniões regulares e longas. E, francamente, os lados de TI e TO chegaram ao projeto com objetivos diferentes. “Cada disciplina tem que entender os desejos da outra. E temos que oferecer uma solução que possa unir ambos.”
Um sucesso repetível
Ainda assim, o projeto piloto foi um sucesso. Um grande sucesso, validado pelo fato de que, como explicou Matos, a Buckeye Partners agora está na jornada para uma implantação completa de projetos semelhantes em sua base instalada.
“Esta é a única maneira de alcançar aumentos significativos em eficiências”, enfatizou ele. “Nossos tempos de resposta são mais rápidos. No caso de uma falha, sabemos o que fazer. Temos boa integração em nossos sistemas. Estamos planejando mais esforços de transformação digital.”
Publicado 24 de março de 2021