Para operações de mineração, o desafio de gerenciar um backlog de equipamentos desatualizados em locais remotos é agravado por um grupo cada vez menor de mão de obra qualificada.
A verdade é que os ativos conectados inteligentes – e recursos como monitoração remota, análise e inteligência artificial (IA) – podem ajudar a resolver esses problemas. No entanto, os sistemas legados antigos em muitas minas simplesmente não têm a conectividade e a inteligência incorporada necessárias.
Então, no clima atual, que estratégias as empresas de mineração podem usar para minimizar o risco de obsolescência, incorporar novas tecnologias e melhorar a confiabilidade dos equipamentos?
Estas etapas fornecem orientação:
Etapa 1: Avaliação da base instalada
Como diz o ditado, você não pode gerenciar o que não pode medir. Mas, incapazes de dedicar pessoal limitado à tarefa, a maioria das empresas de mineração não tem um entendimento profundo das restrições de seus equipamentos existentes ou de sua exposição ao risco de obsolescência – e aos reparos caros relacionados e ao tempo de parada não programada.
Para muitos, contratar um terceiro familiarizado com a indústria de mineração e a tecnologia de automação para analisar os ativos críticos da planta e sua condição é o primeiro passo para uma avaliação de tecnologia com custo otimizado e migração.
Uma avaliação da base instalada (IBE) fornece um inventário de todos os ativos de hardware e software em todos os locais relevantes. E fornece informações precisas sobre o ciclo de vida em relação ao que está atual, desatualizado ou obsoleto.
Etapa 2: Avaliação de criticidade
Uma avaliação da base instalada não apenas aponta o risco de obsolescência, mas também fornece um framework para priorizar melhorias.
Normalmente, a criticidade de um ativo é baseada em seu impacto direto na produtividade. Em outras palavras, o que acontece quando um ativo para – e quanto tempo levará para restaurar a funcionalidade?
Um compressor de ar não funcional – em uma linha com cinco compressores de ar com funcionamento semelhante – pode ter um impacto imediato mínimo na produção. Por outro lado, uma interrupção inesperada do inversor pode tirar um triturador de serviço por semanas.
Com uma avaliação de criticidade, as empresas podem tomar decisões informadas sobre tudo, desde inventários de peças sobressalentes e atualizações de software até migrações de sistemas e requisitos de treinamento de pessoal – aplicação por aplicação – e, mais amplamente, mina por mina.
Etapa 3: Planejamento do ciclo de vida e estratégias de orçamento
Todos sabemos que priorizar atualizações é apenas parte da equação. Implementar melhorias dentro das restrições do orçamento de capital é frequentemente o principal obstáculo a ser superado.
Lembre-se de que existem muitas maneiras de incorporar tecnologias mais recentes, incluindo abordagens de modernização e migração em fases projetadas para minimizar o risco.
Dando vida à Mina Conectada
Adotar uma abordagem estratégica para a obsolescência do equipamento – e modernizar e padronizar equipamentos e software de controle – pode ajudar as empresas a criar uma Mina Conectada de forma incremental e com custo otimizado.
E uma Mina Conectada que, em última análise, permite o acesso a uma riqueza de informação de diagnóstico em tempo real, KPIs e tendências no local e remotamente é um caminho eficaz para uma melhor confiabilidade do equipamento e eficiência da produção.
Saiba mais sobre as estratégias que você pode implantar para minimizar o risco de obsolescência. E descubra mais maneiras de criar e otimizar a Mina Conectada.