Manter a tradição e a qualidade
Quando se trata de implementar o MPC na destilação, a principal preocupação das empresas é manter a consistência do produto. E isso é compreensível, já que seu processo único existe há séculos. Quando o processo não segue suas receitas, o resultado final não é o mesmo.
Durante anos, a indústria de destilados operou de forma consistente com a tecnologia e os equipamentos em suas instalações. Agora, com o boom contínuo, há pressão para fazer melhorias para competir com a demanda. Como resultado, os operadores estão passando da destilação manual para a automatizada, o que pode ajudar a eliminar inconsistências que afetam negativamente a qualidade do produto.
O processo de destilação envolve muitas oportunidades de otimização, começando com a quantidade de alimentação para os alambiques, que determina a produtividade. Ao longo do caminho, a otimização também pode ocorrer em relação ao fluxo de vapor, fluxo de refluxo e outros parâmetros.
Como o controle do processo em uma parte da destilaria terá um impacto em outras partes, os operadores sabem que, se fizerem um ajuste, também devem fazer ajustes adicionais ao longo da linha. O MPC ajuda a manter a consistência e pode até prever quais ajustes serão necessários, antes que sejam exigidos, resolvendo as interações do processo antes que criem distúrbios, o que ajuda a garantir a qualidade em toda a produção.
Por exemplo, na produção de bourbon, se mais alimentação for adicionada ao alambique de cerveja, os operadores sabem que devem mudar o vapor e o refluxo no alambique de cerveja e mudar a alimentação e o vapor que vão para o duplicador. Nessas situações, os operadores podem contar com o MPC para gerenciar o equilíbrio de materiais na destilaria, mantendo também as metas de qualidade.