A família iniciou um caminho com médicos e especialistas que levou a um diagnóstico de autismo. Embora Tommy não pudesse fazer muitas coisas, a família se concentrou no que ele podia fazer e no que Tommy amava: escola, natação, brincar com os irmãos e jogar golfe com o pai.
"Tommy era não verbal, mas podia usar gestos com as mãos para me mostrar que queria jogar golfe comigo", disse Dave. "Nossa comunidade e nossa escola acolheram nossa família exatamente como éramos, e minha empresa também."
Dave e Sandy não perceberam o quanto precisariam contar com a rede de apoio até que Tommy foi diagnosticado com um distúrbio convulsivo. Por mais que a família tentasse lidar com essa condição médica, uma convulsão aos 14 anos tirou a vida de Tommy.
Enquanto lamentavam a perda e celebravam a vida excepcional de Tommy, Dave foi cercado por colegas dispostos a ajudar de todas as maneiras possíveis. E eles ajudaram. Quando Dave voltou ao trabalho, ele apreciou a rotina que Tommy lhe ensinou a amar e descobriu que o trabalho o ajudava a manter-se conectado às pessoas importantes em sua vida.
"Tommy encontrava alegria nas coisas mais simples, e esse é um sentimento que levo comigo todos os dias. Eu procuro a alegria", disse Dave. "Por causa de Tommy, sou mais paciente e capaz de lidar com coisas difíceis. Agradeço que minha família de trabalho continue a me apoiar e a lembrar de meu filho nove anos após sua morte. Tommy nos deu algo para celebrar. Sou quem sou hoje por causa dele."
"Onde quer que você trabalhe", acrescentou Dave, "espere nada menos. Encontre um lugar que valorize sua família tanto quanto valoriza seu trabalho. Esses são dois lados de quem você é, e você precisa juntá-los, especialmente durante os momentos mais difíceis."