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O Complexo River Rouge de Henry Ford era um testemunho de sua crença de que — para fazer as coisas certas — a Ford Motor Company teria que fazê-las por conta própria.
A instalação de Dearborn, Michigan, foi inaugurada em 1927 e incluía sua própria central elétrica, altos-fornos, siderúrgicas e fornos de soleira aberta, fábrica de vidro e sistema ferroviário. Era um exemplo brilhante de integração vertical à moda antiga, já que a empresa produzia tudo o que podia no local, sem fornecedores.
A integração vertical tradicional já era, mas uma nova versão está surgindo rapidamente. Em vez de consolidação física sob um mesmo teto e um único proprietário, a produção agora pode ser consolidada digitalmente usando a Internet das Coisas.
A inteligência operacional é extraída de todas as funções, processos e equipamentos e, em seguida, compartilhada em tempo real com fornecedores e clientes — alinhando cada etapa do processo de produção estendido em várias empresas.
Essa integração baseada em informações permite a fabricação baseada na demanda, na qual todos os aliados da indústria são capazes de se adaptar a cronogramas em constante mudança em tempo real. Essa transparência e visibilidade aprimoradas permitem que a cadeia de fornecimento se mova em conjunto para melhorar:
- Desempenho da entrega: Os clientes podem alterar os pedidos para atender às necessidades atuais, sabendo que o sinal de demanda será transferido perfeitamente por vários fluxos de trabalho de produção, sem atrasar a entrega.
- Qualidade: A inteligência compartilhada sobre defeitos pode levar a melhores projetos de produto, fluxos de trabalho, processos, ferramentas e componentes ou materiais de fornecedores — ou especificações de clientes aprimoradas.
- Segurança: Os gerentes podem monitorar quase acidentes e violações de segurança em tempo real, permitindo que eles revisem processos, atualizem equipamentos e melhorem o treinamento antes que ocorram ferimentos.
- Produtividade: Os executivos podem otimizar os portfólios de produção global para atender aos padrões de demanda em constante mudança, transferindo pedidos entre fábricas e revisando planos logísticos para garantir o máximo de lucro.
- Confiabilidade do equipamento: As informações sobre a demanda são coordenadas com soluções de manutenção preditiva e manutenção preventiva para ajudar a garantir que a manutenção ocorra antes de uma falha do equipamento. Os fabricantes evitam o tempo de parada não programada dispendioso e melhoram a produtividade.
- Desempenho do fornecedor: Os critérios de desempenho da instalação são transmitidos aos fornecedores, alertando-os sobre problemas de qualidade de componentes ou materiais, alteração de especificações e níveis de inventário.
A inteligência operacional em tempo real — integrada a soluções tecnológicas, como sistemas de execução de manufatura e ERP — pode levar a um controle de produção sem precedentes em todas as empresas. Adicione a análise de negócios e os executivos em toda a cadeia de fornecimento podem tomar decisões melhores — e obter lucros maiores.
Não é hora de sua empresa experimentar a produção digitalmente habilitada e baseada na demanda?
Publicado 9 de abril de 2018