Produção capacitada ao aproveitar dados de novo recurso de informações

Produção impulsionada por dados

A Internet das Coisas (IoT) e a produção inteligente estão reinventando os negócios em um ritmo inédito:

  • Melhorando o desempenho da produção (qualidade, segurança, produtividade)
  • Melhorando a gestão de ativos (confiabilidade, consumo de energia, ciclo de vida) e
  • Melhorando o resultado final (custos de operação reduzidos, mais produtividade e capacidade de produção).

A Internet das coisas é uma incrível vantagem competitiva, mas também é um grande desafio para os líderes de produção. Esses executivos precisam preparar as fábricas e os equipamentos para comunicar, compartilhar e utilizar as informações.

No dia em que é ativada, uma nova instalação começa o caminho rumo à obsolescência. O ambiente tecnológico de rápida mudança atual — dispositivos inteligentes IoT e inteligência de máquina incorporada — deixa esse dia do Juízo Final mais perto do que nunca.

Os executivos de produção devem equilibrar a ânsia pela produção mais inteligente com os recursos de investimento de capital, os requisitos regulatórios das máquinas e os problemas de segurança cibernética.

Além disso, eles sabem que precisarão atualizar se quiserem aproveitar a força dos dados de produção, ou correrão o risco de ficarem presos no século 20 e verem peças de reparo e talentos de manutenção ficarem escassos, a qualidade do produto e a segurança da fábrica sumirem, a segurança ser colocada em risco e as máquinas falharem, colocando as empresas em risco.

Felizmente, não se trata de uma decisão alternativa. Os executivos experientes priorizam os investimentos em atualização por meio de um processo em três etapas de identificar, reduzir e eliminar para incorporar a inteligência e aumentar a produtividade sem interromper a produção.

Identificar riscos em potencial ao equipamento

Toda instalação, linha de produção, máquina, painel e controle tem uma vida útil exclusiva e oferece riscos diferentes à medida que se aproxima dessa data. A única maneira de registrar isso é no chão de fábrica, com a análise do ciclo de vida de ativos, identificando fatores críticos como:

  • Confiabilidade (Por quanto tempo esses equipamentos continuarão funcionando?)
  • Otimização do inventário de manutenção (Por quanto tempo ele pode ser mantido?)
  • Conformidade com a segurança (Por quanto tempo ele funcionará em segurança?)
  • Desempenho e segurança da rede (Por quanto tempo ele poderá se comunicar com as redes de tecnologia da informação e operações?)

Ao realizar essa avaliação, classifique os ativos como ativos (novos), maduros (totalmente compatíveis, embora haja versões mais novas), no fim da vida útil (uma data de descontinuação foi anunciada) e descontinuados (deixou de ser fabricado, embora serviços ou peças de reparo ainda possam estar disponíveis).

Essa avaliação geral ajuda a estabelecer um mapa de modernização e prioriza as decisões. Faça tudo de uma só vez ou atualize de maneira incremental.

Reduzir riscos

Assim que o estado de ativos em obsolescência for identificado, uma lista de "deveres" — equipamentos com falha e/ou problemas regulatórios e de segurança — é preparada com tecnologias mais novas. Os problemas ainda não críticos podem ser resolvidos com uma "ponte de manutenção", que pode prolongar os ciclos de vida dos equipamentos dentro de dispêndios de capital evitando o tempo de parada não programada e custos de manutenção.

Eliminar a obsolescência

Tão importante quanto evitar problemas iminentes, o lucro corporativo de longo prazo depende do mapa completo da modernização: novas tecnologias para substituir ativos em obsolescência e gerar melhorias:

  • Reduzir custos de manutenção (tempo médio entre reparações, tempo de serviço, mão de obra)
  • Reduzir recursos de manutenção (equipamentos mais confiáveis, monitoração remota)
  • Aumentar a capacidade de produção
  • Aprimorar a qualidade do produto
  • Oferecer um retorno do investimento ideal

Este processo em três etapas estabelece um mapa de modernização que esclarece os riscos que a instalação corre, identifica os elos mais fracos no sistema de automação e ajuda a implementar ativos inteligentes, flexíveis, para o futuro.

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Beth Parkinson
Publicado 4 Abril 2016 Por Beth Parkinson, Market Development Director, Connected Enterprise, Rockwell Automation

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