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Aplicações colaborativas: o que você precisa saber

Alguém da empresa acabou de participar de seminário sobre uma nova tecnologia colaborativa e, agora, pediram para você ajudar a dar os primeiros passos na implementação.

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Aplicações colaborativas: o que você precisa saber hero image

Por George Schuster, TÜV-certified Functional Safety Expert (FSExp), Certified Functional Safety Engineer (CFSE), Rockwell Automation

 

 

Você conhece a situação: alguém da sua empresa acabou de participar de um seminário sobre uma nova tecnologia colaborativa e, agora, pediram para você ajudar a dar os primeiros passos em direção a essa implementação.

 

Sem dúvida, a densidade robótica e as aplicações colaborativas estão ganhando impulso em todos os setores industriais. E, como pioneira da tecnologia robótica, a indústria automotiva também está entre as primeiras a empregar extensivamente tecnologias colaborativas no chão de fábrica.

 

O que você precisa saber sobre a implantação dessa tecnologia?

Primeiro, tenha em mente que as tecnologias colaborativas se estendem para além dos robôs colaborativos. Uma área de trabalho colaborativo é qualquer área segura onde um humano e uma máquina podem realizar tarefas simultaneamente durante a operação da produção.

 

Certamente, os robôs colaborativos fazem parte dessa equação. Assim como os veículos guiados automatizados (AGVs) e outros aplicativos que permitem a colaboração entre pessoas e máquinas.

 

As interações colaborativas homem-máquina já são muito comuns no chão de fábrica da indústria automotiva há algum tempo. Acredito que, por exemplo, sua fábrica já permita que os operadores carreguem ou descarreguem peças de um transportador autônomo, enquanto ele estiver em movimento, ou carreguem peças diretamente para uma pinça de robô.

 

Entretanto, a robótica cada vez mais inteligente, os servoacionamentos e sensores elétricos e a sofisticada tecnologia de segurança permitem interações ainda mais próximas e intensas.

As aplicações colaborativas estão mudando a maneira como pessoas e máquinas interagem, além de oferecerem um valor extraordinário aos fabricantes.

 

Um sistema colaborativo projetado corretamente pode reduzir a distância de segurança necessária entre uma pessoa e a máquina, ou alterar a maneira como a distância segura funciona. Por exemplo, a desaceleração do equipamento, em vez de pará-lo, à medida que o operador se aproxima, permite que o operador trabalhe de maneira segura e produtiva em menos espaço.

 

Além de reduzir os requisitos de espaço físico e melhorar a eficiência do trabalho, as aplicações colaborativas melhoram a ergonomia do operador, reduzem lesões por uso repetitivo e muito mais.

Como acontece com qualquer nova tecnologia promissora, expectativas e realidade estão  frequentemente desalinhadas, quando se trata de aplicativos colaborativos. Seja cauteloso se ouvir um palestrante, vendedor ou seu chefe fazer qualquer uma dessas afirmações:

  • “Essa solução é particularmente segura.”
  • “Não exige cuidado e não representa riscos.”
  • “Não é preciso fazer uma avaliação ou análise de riscos.”
  • “É aceita pela indústria e um substituto direto para um operador.”
  • “Nenhuma engenharia adicional é necessária.”
  • “Os funcionários vão amá-la.”

 

Estas são apenas algumas das impressões equivocadas mais comuns que circulam atualmente. Há outras. O que elas têm em comum é uma simplificação excessiva da tecnologia e uma percepção enganosa dos requisitos atuais de segurança, orientação e métodos.

A verdade é que uma aplicação colaborativa bem-sucedida envolve mais do que simplesmente instalar a mais recente tecnologia robótica ou de movimento, mesmo quando essa tecnologia inclui a funcionalidade de segurança avançada integrada. A implementação de uma aplicação colaborativa exige uma abordagem sistemática, a compreensão dos padrões de segurança atuais e a devida diligência para atender às normas de conformidade.

 

Então, qual plano estratégico pode ajudar as empresas a alcançar esses objetivos?

 

Resumindo: os princípios de segurança funcional oferecem orientações sobre como capturar o valor de aplicativos colaborativos e implementar sistemas de maneira segura e em conformidade.

 

Em sua essência, a segurança funcional adota uma abordagem sistemática de ciclo de vida, começando com uma avaliação de risco da aplicação. Em seguida, ela passa pela especificação dos requisitos do sistema, pelo projeto, verificação, instalação e validação do sistema de segurança e, finalmente, pela manutenção, pelo gerenciamento de mudanças e pela melhoria contínua do sistema.

 

 

Conheça as soluções da Rockwell Automation para a Indústria Automotiva.

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